Os motoboys e ciclistas reivindicam aumento do valor por entrega, fim de bloqueios, seguro, entre outras reivindicações. Uma parte deles quer direitos previstos na CLT, contra a exploração, os baixos salários e as precárias condições de trabalho
Quase um mês após a primeira manifestação de entregadores de aplicativos, motoboys e ciclistas organizam o segundo ato em capitais neste sábado (25) para reivindicar melhores taxas e condições de trabalho.
Vai ser o novo “Breque dos Apps”. O realizado em em 1º de julho, ganhou repercussão fazendo o tema merecer a atenção de políticos. A partir dessa demonstração de força, as empresas mudaram estratégias de comunicação e os canais da categoria ficaram mais populares no YouTube.
O movimento é mais forte em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Brasília. As principais reivindicações são o aumento do valor mínimo por entrega – alguns querem preço único aos aplicativos–, alta no valor por quilômetro rodado, fim de bloqueios considerados injustificados e do sistema de pontuação (adotado pela Rappi).
Os trabalhadores também reivindicam seguro em caso de roubo e acidente e auxílio-pandemia. Uma parcela ligada ao movimento sindical e a outros setores, como os Entregadores Antifascistas, defende regime CLT, informam as jornalistas Fernanda Brigatti e Paula Soprana na Folha de S.Paulo.
Fonte: Brasil247


