Em 2018, a sindicalização teve forte baixa. Os dados de 2019 ainda não foram publicados. E o ano de 2020 não indica tendência de alta. Na base desse problema estão desemprego, rotatividade, recessão prolongada e seguidos ataques do governo a direitos e ao próprio movimento.
É preciso reverter esse afastamento das categorias de suas entidades de classe. O alerta é de João Guilherme Vargas Netto, no artigo “Início de ano”, volta a ser reforçado em sua fala à Agência Sindical. Ele diz: “A decisão pró-sindicalização dos novos ou retorno dos ex-sócios depende de decisão do dirigente”.
Para Vargas, após decidido, cabe ao dirigente tratar com a diretoria e os ativistas as formas de fazer a sindicalização. Segundo o consultor, “a conjuntura requer mais ações pontuais do que campanhas”. No seu entendimento, “vale mais agir por local, ligando o atendimento de demandas à sindicalização”.
Agência
Neste primeiro semestre, a Agência Sindical produzirá matérias, entrevistas, vídeos, bem como repercutirá iniciativas de sindicalização. João Franzin, coordenador da Agência, afirma: “O poder não quer só atacar direitos e enfraquecer entidades. Quer mostrar que Sindicatos não são necessários, estimulando o afastamento das categorias de suas entidades. A sindicalização é o antídoto”.
Fonte: Agência Sindical


